Ponte Preta: Rodrigo Santana explica rodizio para driblar elenco lotado

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Foto de Marcos Ribolli

O que você precisa saber:

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  • O técnico Rodrigo Santana admitiu que administrar o tamanho atual do elenco da Ponte Preta é um dos seus maiores desafios na Série B.
  • O comandante trabalha diariamente com um grupo inchado de 35 atletas à disposição no Majestoso.
  • Para driblar a falta de espaço e manter o grupo motivado, a comissão técnica adotou um sistema de rodízio na lista de relacionados.
  • Nomes como os volantes Tárik e Léo Gomes, além de Daniel Baianinho e Jonathan Cafu, são exemplos práticos desse revezamento nos últimos jogos.
  • A disputa por vagas deve aumentar nos próximos dias com os possíveis retornos do zagueiro David Braz e do meia Elvis, que serão reavaliados até domingo.

O peso do elenco cheio

Gerir um vestiário de futebol nunca é tarefa simples, e o desafio se torna ainda maior quando a quantidade de peças é maior que o padrão. Na Ponte Preta, o técnico Rodrigo Santana tem lidado com um elenco consideravelmente inchado neste início de Série B do Campeonato Brasileiro. Atualmente, o comandante precisa dividir as atenções e os treinamentos diários com um grupo de 35 jogadores.

Diante da impossibilidade de dar minutos e relacionar todos os atletas para as partidas, o treinador admitiu que o cenário exige jogo de cintura para evitar a insatisfação e a desmotivação daqueles que ficam de fora até mesmo do banco de reservas.

Para contornar o problema e manter o nível de competitividade interna elevado, a comissão técnica alvinegra decidiu implementar um sistema de rodízio na montagem da lista de relacionados a cada rodada. A estratégia vem sendo aplicada mesmo com alguns jogadores ainda entregues ao departamento médico.

A tática ficou evidente nos dois últimos compromissos da Macaca (contra Avaí e América-MG). No meio-campo, os volantes Tárik e Léo Gomes alternaram a presença entre os convocados para os jogos. O mesmo expediente foi utilizado no setor ofensivo, com Daniel Baianinho e Jonathan Cafu revezando a oportunidade de vestir a camisa alvinegra.

A ideia de Rodrigo Santana é utilizar os treinamentos diários como principal termômetro para essa rotação. O desempenho durante a semana ditará quem vai para o jogo, até que a comissão chegue a um consenso sobre uma espinha dorsal definitiva ou opte por manter o revezamento como padrão para oxigenar o grupo.

O quebra-cabeça do treinador para fechar a lista de convocados promete ficar ainda mais complexo nos próximos dias. A expectativa é que o departamento médico libere novas peças importantes para a comissão técnica.

O zagueiro David Braz e o meia Elvis iniciaram o processo de transição física e passarão por reavaliações diárias. Caso respondam bem aos estímulos, ambos acirrarão a disputa interna por uma vaga na delegação que viaja para enfrentar o São Bernardo no próximo domingo, às 16h, na região do ABC Paulista.

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