Guarani: Fumagalli revive última vitória sobre o Palmeiras e defende Isaque como camisa 10

Guarani: Fumagalli revive última vitória sobre o Palmeiras e defende Isaque como camisa 10
Foto de Rodrigo Vilalba/Guarani Press/Memory Press

O Guarani tenta quebrar um jejum de 14 anos contra o Palmeiras no Campeonato Paulista neste domingo, às 20h30, no Brinco de Ouro. Para buscar a classificação direta às quartas de final, o Bugre precisa vencer e a última vez que isso aconteceu teve a assinatura de Fumagalli.

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Ídolo alviverde, o ex-meia marcou um gol olímpico nas quartas de final do Paulistão de 2012, abrindo caminho para uma vitória histórica sobre o Verdão. Em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas, Fumagol relembrou o momento e demonstrou surpresa ao saber do longo tabu.

“Faz tempo, né? O tempo passa muito rápido. Foi um momento mágico na minha carreira, com gol olímpico, quartas de final do Paulistão e uma vitória muito especial para o Guarani. Eu não fazia ideia que já são 14 anos sem vencer o Palmeiras. Espero que domingo quebre esse tabu e consiga se classificar”, afirmou.

Além da memória do clássico, o ex-camisa 10 analisou o momento do atual elenco e apontou o que, na visão dele, ainda falta para o time dar um salto de regularidade. Para Fumagalli, o principal ponto é o poder de decisão no setor ofensivo.

“Eu acompanho o time e acho que falta um pouco mais de gols para ter essa regularidade e cair nas graças do torcedor. Eu gosto muito do Isaque. Ele é um meia criativo, tem um ótimo passe e acho que só falta aumentar a média de gols. Eu acho que ele tem características ideais para ser o camisa 10 do time, mas falta só ser mais decisivo. Talvez se isso mudar, a percepção também vai melhorar”, analisou.

Fumagalli também avaliou o trabalho do técnico Matheus Costa, que iniciou o estadual pressionado, mas conseguiu uma recuperação na tabela.

“Eu acho que é um bom trabalho. Ele não começou bem o Paulistão, muito por conta da pressão desde a Série C, mas conseguiu uma retomada importante. Ele é estudioso, tem muito conteúdo e tem horas que as trocas não dependem do treinador. Ele pode mudar, mas o jogador pode estar em um dia ruim. Eu acho que ele faz uma gestão boa e consegue extrair o máximo de cada jogador. A gente não está no dia a dia para saber todos os detalhes, mas eu tenho uma impressão muito boa sobre o trabalho dele”, completou.

Com 14 anos sem vencer o Palmeiras pelo estadual, o Guarani entra em campo dependendo das próprias forças para avançar de fase. Se vencer, vai direto às quartas de final. Em caso de empate ou derrota, vai depender de uma combinação de resultados.

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