Guarani: “Apesar da vitória, o time do Elio é muito previsível”, analisa Gleguer

Guarani: “Apesar da vitória, o time do Elio é muito previsível”, analisa Gleguer
Foto de Raphael Silvestre

Por Gleguer Zorzin

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O Guarani é um time muito previsível e fácil de ser marcado. Temos apontado isso desde a chegada do Elio, logo em seus primeiros jogos.

É importante deixar claro que o resultado é fundamental: a vitória conquistada no finalzinho, mesmo diante de toda a dificuldade e do pouco futebol apresentado, é o que realmente vale e coloca a equipe na terceira colocação.

É o que importa nesta primeira fase.

No entanto, a cobrança principal sempre recairá sobre o desempenho. Quem joga bem está mais perto de vencer; quem joga mal, obviamente, flerta com a derrota. Um empate em casa seria um resultado péssimo para o Guarani. Fica evidente que a equipe precisa de melhorias coletivas.

Por outro lado, as substituições surtiram efeito e fizeram o time crescer na partida.

Isso mostra que o treinador tem boas peças de reposição à disposição.

Guilherme Parede, por exemplo, já havia entrado bem contra a Ferroviária, marcando o gol que garantiu um ponto em Araraquara. Desta vez, ele construiu a jogada que originou o escanteio e cobrou muito bem para o belíssimo gol de Willian Farias no primeiro pau.

Outro ponto que me chamou a atenção foram as entrevistas após o apito final.

Willian Farias tentou justificar o momento afirmando que “é um privilégio ser pressionado”. Discordo totalmente. O privilégio, na verdade, é vestir a camisa do Guarani e ter a oportunidade de defender um gigante do futebol brasileiro.

Não existe privilégio em sentir pressão; se há pressão sobre o time, é sinal de que o rendimento não está bom.

A cobrança acontece em cima do que se entrega em campo.

O atleta recebe a oportunidade de ser titular, é remunerado pela entidade e precisa dar uma resposta ao torcedor.

Cabe a ele treinar e evoluir, assim como é papel do treinador montar uma equipe que jogue bem para alcançar os objetivos.

O Guarani não está na Série C por “privilégio”, mas sim porque colecionou desempenhos ruins no passado, sofreu com o peso dessa mesma pressão e acabou caindo.

Em resumo, o que valeu nesta rodada foi exclusivamente o placar: 1 a 0, três pontos na conta e a subida na tabela. Mas o futebol apresentado, na minha visão, segue deixando muito a desejar.

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