Ponte Preta: promessa nas eleições de ampliar faturamento volta a circular diante de crise
A Ponte Preta voltou a conviver com problemas de salários atrasados após um breve respiro financeiro na transição do Paulistão, Copa do Brasil e Série B.
O goleiro Diogo Silva fez um forte desabafo após a derrota para o Náutico, cobrando uma mudança de postura para evitar um novo rebaixamento.
Diante da crise financeira, voltou a circular nas redes sociais promessas feita pela Chapa MRP, responsável por apoiar Eberlin, agora vice-presidente, nas eleições de 2021.
No slide “Plano de Negócio”, o grupo prometeu multiploicar a receita até 2030, saindo de R$ 35 milhões em 2022 para R$ 260 milhões em 2030.
A projeção para esse ano de 2026 era de R$ 140 milhões.
Além disso, na fase atual (2026-2029), o grupo projetava expansão: novo Majestoso, referência de venda de atletas, amortização de dívidas e presença frequente na Sul-Americana.
Vale lembrar que parte da Chapa MRP se desfez ainda na transição eleições, em novembro de 2021, até a diretoria assumir no começo de 2022.
A atual diretoria está há cinco anos à frente da Ponte Preta e longe das metas traças no período eleitoral.


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