Ponte Preta: promessa nas eleições de ampliar faturamento volta a circular diante de crise

Ponte Preta: promessa nas eleições de ampliar faturamento volta a circular diante de crise
Foto de Marcos Ribolli/Pontepress

A Ponte Preta voltou a conviver com problemas de salários atrasados após um breve respiro financeiro na transição do Paulistão, Copa do Brasil e Série B.

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O goleiro Diogo Silva fez um forte desabafo após a derrota para o Náutico, cobrando uma mudança de postura para evitar um novo rebaixamento.

Diante da crise financeira, voltou a circular nas redes sociais promessas feita pela Chapa MRP, responsável por apoiar Eberlin, agora vice-presidente, nas eleições de 2021.

No slide “Plano de Negócio”, o grupo prometeu multiploicar a receita até 2030, saindo de R$ 35 milhões em 2022 para R$ 260 milhões em 2030.

A projeção para esse ano de 2026 era de R$ 140 milhões.

Além disso, na fase atual (2026-2029), o grupo projetava expansão: novo Majestoso, referência de venda de atletas, amortização de dívidas e presença frequente na Sul-Americana.

Vale lembrar que parte da Chapa MRP se desfez ainda na transição eleições, em novembro de 2021, até a diretoria assumir no começo de 2022.

A atual diretoria está há cinco anos à frente da Ponte Preta e longe das metas traças no período eleitoral.

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