Guarani: juíza suspende novo processo eleitoral; Bugre cita impactos no processo de SAF

Guarani: juíza suspende novo processo eleitoral; Bugre cita impactos no processo de SAF
Foto de Raphael Silvestre/Guarani FC

O que você precisa saber:

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  • A juíza Ana Lia Beall, da 11ª Vara Cível de Campinas, determinou a suspensão do processo eleitoral do Guarani por 15 dias.
  • Com a paralisação e o prazo legal posterior de 30 dias para a convocação, as novas eleições do clube devem ocorrer apenas em junho.
  • Em nota oficial, o Bugre garantiu que cumprirá a determinação, mas criticou a ação movida pela oposição.
  • A diretoria alerta que o imbróglio gera insegurança jurídica para investidores e pode comprometer o andamento da SAF.

Eleições adiadas

A novela política no Brinco de Ouro ganhou mais um capítulo de indefinição. A juíza Ana Lia Beall, da 11ª Vara Cível da Comarca de Campinas, determinou a suspensão do processo eleitoral do Guarani por um prazo de 15 dias. O período serve para a coleta de informações referentes ao agravo de instrumento.

Com essa paralisação, somada ao prazo estatutário de 30 dias que o clube terá para organizar o novo pleito após o fim da suspensão, a ida dos sócios às urnas para a escolha dos novos conselhos fica projetada apenas para o mês de junho.

Em resposta à determinação, o Guarani publicou uma nota oficial afirmando que cumprirá a decisão judicial integralmente e que aguarda as orientações detalhadas da magistrada.

No entanto, a diretoria alviverde subiu o tom contra a chapa de oposição, autora da ação, apontando danos severos ao andamento do clube.

No comunicado, o Bugre ressalta que a medida impacta de forma significativa o planejamento administrativo e esportivo.

O texto destaca o esforço da atual gestão para manter o equilíbrio financeiro exatamente no momento em que a equipe engrena uma campanha sólida, convincente e de evolução na disputa da Série C do Campeonato Brasileiro.

O ponto de maior apreensão exposto pela cúpula bugrina, contudo, envolve o mercado. O clube afirma que o movimento idealizado pela oposição atinge em cheio o processo de constituição da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

A diretoria alerta que a briga nos tribunais gera uma “relevante insegurança jurídica para potenciais investidores”, cenário que pode travar negociações em curso e comprometer o futuro institucional do Guarani.

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