Guarani: O “pulo do gato” de Elio Sizenando para soltar Carlos Eduardo no meio-campo

Guarani: O “pulo do gato” de Elio Sizenando para soltar Carlos Eduardo no meio-campo
Foto de Raphael Silvestre

O que você precisa saber

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade
Continua após a publicidade
  • Carlos Eduardo engatou uma sequência de quatro jogos consecutivos como titular sob o comando do técnico Hélio Sizenando.
  • A eficiência na bola parada e a confiança da comissão técnica foram fundamentais para a afirmação do jogador na equipe.
  • Para o comentarista Valdemir Gomes (Tigrão), a escalação de Isaac como segundo volante foi determinante para liberar o atleta das funções defensivas.
  • Atuando como um verdadeiro meia-atacante, Carlos Eduardo tem se destacado como o principal finalizador do elenco bugrino.

Por Valdemir Gomes (Tigrão)

O torcedor do Guarani tem visto o Carlos Eduardo ganhar uma sequência merecida e importante na temporada. Já são quatro jogos consecutivos como titular sob o comando de Elio Sizenando — um espaço que ele conquistou com muito mérito, respaldado pela confiança do treinador e pela sua inegável qualidade na bola parada. Mas você sabe qual é o verdadeiro “pulo do gato” dessa escalação no meio-campo?

O segredo daquela formatação ali não é apenas a presença do Isaque ou do Hebert. A grande sacada tática é que, com essa engenharia, o Guarani ganha um verdadeiro meia-atacante: o próprio Carlos Eduardo.

Ele é um jogador que está chutando muito. Já meteu bola de falta no travessão e fez um golaço lá em Santa Catarina. O problema é que, se ele joga aberto pelo lado direito, ele é obrigado a ser um auxiliar de marcação do William Farias. Isso o desgasta e tira o seu melhor.

Por isso, o treinador está correto. Quando ele entra com o Isaque como segundo volante, ele até abre mão de um segundo homem de marcação que tem talento e agressividade para chegar à frente, mas o ganho principal é liberar o Carlos Eduardo das amarras defensivas. A estratégia está dando muito certo.

Para aquele torcedor que olha a escalação e questiona: “Pô, mas vai jogar em casa contra a Onça (Amazonas), com quatro no meio-campo e só dois atacantes? O Carlos Eduardo não é atacante!”. A resposta é direta: hoje, o Carlos Eduardo chuta mais e leva mais perigo do que qualquer atacante de ofício do Guarani.

É claro que a análise é sempre feita antes da bola rolar, mas é o que vem acontecendo nas últimas partidas e justificando a titularidade dele. Precisamos apenas ponderar que o próximo confronto tem uma característica diferente do jogo contra o Barra, que foi mais franco. O Amazonas, jogando fora de casa, atua com linha baixa e se fecha muito.

Mesmo com esse cenário de retranca adversária pela frente, não está errado escalar o meio-campo dessa forma. O Guarani encontrou uma maneira inteligente de potencializar seu melhor finalizador.

Siga e Compartilhe nas Redes Sociais

Portal CB no YouTube! Acompanhe vídeos do time do seu coração com informação, debate e curiosidades. Gols, comentários e entrevistas todos os dias com a Equipe de Carlos Batista. Se inscreva no canal e ative as notificações. Clique aqui e acesse.

Continua após a publicidade
Continua após a publicidade
Continua após a publicidade
Siga e Compartilhe nas Redes Sociais