Ponte Preta: premiação da Copa do Brasil é direcionada para parcelas do PEPT
A diretoria da Ponte Preta utilizou a premiação recebida pela Copa do Brasil para regularizar o Plano Especial de Pagamento Trabalhista (PEPT).
Por determinação da Justiça do Trabalho, o montante de R$ 1,54 milhão foi destinado diretamente para quitar parcelas que estavam em atraso há dez meses – a última havia sido paga em maio de 2025.
Na prática, a CBF repassa o valor à Justiça para o acerto com os credores.
Com a movimentação, as parcelas são consideradas adimplidas, e a Macaca elimina o risco de exclusão do plano.
Segundo decisão da juíza substituta Bruna Muller Stravisnki, 30% do valor será reservado para tentativas de negociação direta com os credores.
A cifra milionária será usada para abater dívidas com ex-funcionários e ex-jogadores, incluindo atletas com passagem pelo Sub-23.
Entre os nomes conhecidos na lista de credores estão os ídolos Aranha e Renato Cajá, além de nomes como Alexandre Gallo, Doriva, Fábio Ferreira, João Carlos e Léo Gamalho.
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