Vitória no clássico garante sobrevida de Doriva na Ponte Preta

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A vitória da Ponte Preta por 3 a 2, no último final de semana, diante do Guarani, no Brinco de Ouro, garantiu uma sobrevida ao técnico Doriva no comando da Ponte Preta.

Desgastado internamente com a desconfiança, o treinador estava ameaçado de perder o cargo caso obtivesse uma derrota contra o principal rival e não conseguisse reverter a situação na Copa do Brasil – a Macaca perdeu o primeiro jogo para o Flamengo nas oitavas de final.

A Ponte vinha de três derrotas consecutivas no Majestoso, sendo duas pela Série B e o revés para na Copa do Brasil, onde atuou muito mal e o trabalho do comandante alvinegro passou a ser questionado.

Doriva admitiu que a pressão por resultados já é algo que ele considera normal no meio. “Nós vivemos de pressão o tempo inteiro, independente de como estivermos. Tivemos a felicidade de ter volume e marcar gols, ao contrário do que não estava acontecendo. Os atletas se preocuparam em jogar futebol e o final foi do jeito que esperávamos”, explicou.

A principal cobrança estava sobre o rendimento da equipe. A Ponte Preta marcou apenas seis gols em 12 jogos no Moisés Lucarelli. A vitória por três gols diante do Guarani foi uma quebra de dois recordes: a equipe não virava um jogo há 14 meses e balançou as redes adversárias por três vezes pela segunda oportunidade no ano.

Doriva seguirá com uma tarefa difícil, mas agora na Copa do Brasil. Precisa vencer o Flamengo por 2 gols de diferença se quiser avançar às quartas de final e garantir R$ 3 milhões na conta.