Três jogadores do Figueirense reencontram Guarani esta noite

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Há tempos os jogadores brasileiros dificilmente criam raízes pelas equipes que defendem. É comum que um atleta com menos de 10 anos de carreira já tenha passado por mais de dez clubes. No caso do Figueirense, por exemplo, três atletas já defenderam o rival de hoje. Mas, no Guarani, o meia Renan Mota, o volante Zé Antônio e o atacante Henan não tiveram muito sucesso quando passaram por Campinas.

Henan foi quem deixou o Brinco de Ouro há mais tempo. O atacante passou pelo Bugre em 2013, depois de chamar a atenção pela quantidade de gols marcados com a camisa do Red Bull. Mas, na série C daquele ano, o jogador atuou em 9 partidas e marcou apenas um gol. Henan defende o Figueirense desde o início do ano passado e, em 55 jogos, balançou as redes 20 vezes.

O meia Renan Mota é outro atleta que não conseguiu chamar a atenção. O atleta chegou para a disputa da Série C de 2014, até disputou a maioria dos jogos do Bugre naquele campeonato. Mas marcou apenas um gol em 14 jogos e os alviverdes nem chegaram a passar da primeira fase da terceirona.

O jogador com lembranças mais recentes do Brinco de Ouro é o volante Zé Antônio. Contratado depois de ter feito uma boa campanha com a camisa do Linense no Paulistão de 2016, o jogador não conseguiu se firmar entre os titulares que conquistaram o acesso para a Série B do Brasileiro. Foram apenas 8 gols. Aos 34 anos, o volante é atleta do Figueira desde 2017, já tem 61 partidas com a camisa do clube catarinense e marcou 4 gols.

 

O técnico do Figueirense, Milton Cruz, tenta afastar uma crise que ronda a equipe. O adversário do Bugre não vence há quatro rodadas e se afastou perigosamente do G-4: está na nona posição, a 3 pontos do G-4.