O treinamento da Ponte Preta na manhã desta segunda-feira foi cercado de muita tensão. Os jogadores estavam no gramado do CT do Jardim Eulina, em Campinas, quando foram surpreendidos por bombas e morteiros.

O clube, que falou em vandalismo, acionou a polícia. Houve perseguição ao carro responsável por atirar bombas no gramado. Ninguém ficou ferido.

O departamento de segurança acredita que a motivação do ataque foi a nova derrota do clube na Série B, desta vez para o Guarani, chegando ao jejum de nove partidas sem vitórias na temporada.

CONFIRA A NOTA DO CLUBE:

A Ponte Preta condena e refuta veementemente o ataque criminoso ocorrido nesta manhã ao CT do Jardim Eulina, no final da manhã, durante o treinamento dos atletas. A instituição enfatiza que não se trata de nenhuma ação de torcedores insatisfeitos, mas, sim, de vandalismo praticado por marginais que, de posse de um veículo de cor vermelha, pararam na Rodovia Anhanguera e jogaram bombas e morteiros no gramado do CT.

Um dos artefatos passou bem próximo e estourou perto dos atletas em treinamento. A segurança da Ponte Preta já tinha recebido informações anônimas sobre possibilidade de ataque e antecipadamente acionou a polícia, que estava na entrada do CT quando ocorreu o ataque e perseguiu os bandidos, que escaparam pela Rodovia Anhanguera. Todas as medidas legais já estão sendo tomadas pela Ponte Preta. A Polícia está esclarecendo os fatos e levantando a identificação do quarteto, inclusive junto a testemunhas que viram de perto a ação na pista, e um segundo carro que teria participado da ação, “escoltando” o primeiro veículo, já teve as placas identificadas.

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