Terceirização esfria, e Guarani tenta aproximar empresas concorrentes

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Passados 30 dias da reunião do Conselho Deliberativo do Guarani sobre as propostas para a terceirização do clube, a diretoria viu o processo esfriar, mas ainda tenta aproximar as empresas concorrentes.

Os interessados estão divididos em duas alas. De um lado, a Magnum e a ASA Alumínios, que já estão ativas nas categorias de base, e do outro, a Elenko Sports e a Traffic, auxiliadas pelo empresário Nenê Zini.

A principal divergência é sobre as exigências formuladas pelas empresas que depois foram alteradas pelo Conselho Deliberativo do Bugre. O presidente Palmeron Mendes Filho, apesar de ver o processo esfriar, tenta aproximar os dois lados para fortalecer o elenco de Umberto Louzer, mesclado entre jogadores da Magnum e Elenko.

A principal ideia era de iniciar a terceirização às vésperas da Série B e fortalecer o grupo com novas contratações, porém os tramites foram empecilhos e a base da A2 mantida. Novas reuniões estão agendadas no Brinco de Ouro, mas o Guarani não descarta adiar a cogestão para o início de 2019.