Tecnologia começa a mudar os rumos do futebol

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A Copa das Confederações começou no último final de semana. Um torneio que tem como principal objetivo servir de laboratório para a Copa do Mundo que virá no ano seguinte. Nesta edição, o experimento vai além dos testes nas estruturas dos principais estádios e cidades. A Fifa se rendeu à tecnologia, já amplamente usada em outros esporte, e tem usado os recursos de vídeo para auxiliar a arbitragem em lances capitais das partidas.

Na primeira vez em que o recurso foi colocado em prática, na partida de abertura entre Rússia e Nova Zelândia, o brasileiro Sandro Meira Ricci foi quem comandou uma equipe responsável por rever os lances polêmicos. Mas este foi o único jogo da primeira rodada em que o sistema não precisou ser utilizado. Nas outras três partidas, a tecnologia efetivamente decidiu o resultado do jogo. Vale lembrar que o VAR, sigla em inglês utilizada para denominar a vídeo-arbitragem, é acionada em situações de gol, pênaltis, cartões vermelhos e para identificar um jogador.

O ponto positivo da experiência é que em todas as situações, a dúvida foi solucionada em menos de um minuto. Esta era uma das críticas à adoção do sistema. Pensava-se que o jogo poderia ficar menos emocionante se houvessem inúmeras e longas paralisações.

A situação torna-se ainda mais justa porque no telão dos estádios a imagem em questão é mostrada e todos podem conferir em tempo real a validação, ou não, do lance.

Pelo que pudemos notar na primeira rodada, a tendência é de que o futebol, a partir de agora, vai ficar mais justo. Sem perder o dinamismo e a emoção que sempre cercaram o esporte.

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