Salários atrasados, Davó e planejamento: as palavras do presidente do Guarani

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Além do anúncio dos 4 primeiros reforços para a temporada 2020, o presidente do Guarani também respondeu a outros assuntos que estão em pauta no Brinco de Ouro nos últimos dias.

CAFÉ MORAES

Os funcionários do clube, que estão com salário e décimo terceiro atrasados, receberam a promessa de Ricardo Moisés de que tudo será colocado em dia nesta quinta (19/12). “Não tem nenhuma preocupação com relação a este ponto, resolvido”, disse o presidente.

A saída do atacante Davó também foi questionada na coletiva. Moisés não mostrou otimismo com relação a permanência do jogador, destaque bugrino na temporada 2019: “acho muito difícil a permanência dele. Foi negociado em agosto 40% dos direitos econômicos. O Guarani permaneceu com 20%. Nesse acordo que foi feito ele (Davó) pode escolher negociar com o clube que quiser. A gente sabe que existem negociações com o Corinthians e a gente tenta convencer o atleta a permanecer mais um tempo, mas empresários e família…. eu acredito que seja muito difícil a permanência dele”. A transferência de Davó não vai render lucro ao Bugre, que apenas ficará com 20% dos direitos do atleta em caso de outra negociação no futuro. Ricardo Moisés, que era membro do CA mas não presidente do clube em agosto, não revelou detalhes ou valores recebidos pela negociação de 40% dos direitos do jogador revelado pelo Guarani.

Sem detalhar o planejamento para a temporada 2020 ou revelar orçamento, Moisés apenas afirmou que o Guarani está em conversa com clubes de maior poder financeiro e que podem não aproveitar todo o elenco que têm à disposição. A intenção alviverde, neste caso, é estabelecer contrato de empréstimo para contar com novos atletas. “Tem muita peça interessante que vai sobrar no mercado ainda”, disse.

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