Rotina, gols sofridos no segundo tempo ligam o alerta no Guarani

0
Foto: Letícia Martins/Guarani FC

Na coletiva após a vitória contra o Palmeiras, Roberto Fonseca deixou claro que ainda tem a pretensão de melhorar o rendimento defensivo do Guarani. E com razão. A zaga da equipe ainda é o ponto mais vulnerável desde o início da temporada.

E um aspecto merece atenção.

Sofrer gols nas etapas derradeiras das partidas tem sido quase uma rotina para o Guarani na Série B.

Em oito rodadas da competição nacional, o Bugre foi vazado por nove vezes, sendo que seis gols sofridos no segundo tempo.

Com exceção ao jogo contra o Vitória, o Guarani perdeu quatro de cinco partidas em que sofreu gol na etapa final: Oeste, Brasil de Pelotas, Atlético-GO e Coritiba.

“O time apresentou grande evolução diante de uma equipe forte como o Palmeiras, mas ainda temos correções e aprendizados para a sequência da temporada. O sistema defensivo foi bom, mas não foi ótimo”, disse Fonseca.

A tendência é que a defesa seja formada pelos ex-vascaínos Bruno Silva (que já estreou) e Luiz Gustavo (que ainda não foi apresentado). Bruno Lima, Ferreira e Diego Giaretta brigam pela condição de suplentes. Já Xandão, encostado há quase um mês, está sem espaço e pode ser desligado.

Os números defensivos do Guarani em 2019 são catastróficos: 33 gols sofridos em 24 jogos. O Bugre só não foi vazado em quatro dos 24 jogos disputados até o momento.

Comente com seu Facebook