Retrospectiva 2018: Macaca termina o ano com jogos emocionantes e quase acesso

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Antes da nova temporada começar, o Portal CB traz reportagens especiais sobre o ano de 2018 da Ponte Preta. Nesta série, você acompanha a temporada da Macaca em 4 partes: a primeira fase da Série A1 do Paulista, a disputa do Torneio do Interior, o primeiro turno da Série B do Brasileiro e o segundo turno do Nacional. Acesse a primeira, a segunda e a terceira parte das reportagens nos links abaixo:
http://carlosbatista.com.br/queda-de-orcamen…ob-desconfiancas/

http://carlosbatista.com.br/retrospectiva-ponte-preta-paulistao-2018-termina-com-titulo-do-interior-para-a-macaca/

http://carlosbatista.com.br/retrospectiva-ponte-preta-troca-de-treinador-e-faz-primeiro-turno-irregular-na-serie-b/

Veja, a seguir, como foi o segundo turno da Série B de 2018 para a Macaca:

O segundo turno pontepretano começou com enormes expectativas depois que o time goleou o Paysandu fora de casa por 4 a zero. O segundo jogo do returno também teve vitória sobre o Criciúma em casa por 3 a 1. Mas depois disso, o time entrou numa sequência terrível sem vitórias. Isso inclui o dérbi no Majestoso: um zero a zero com o maior rival e ainda um lance muito reclamado no final da partida, um pênalti não anotado em cima de André Luís. E na rodada seguinte, após mais um empate em casa com o Vila Nova , João Brigatti deixava a Macaca. Marcelo Chamusca era a aposta da diretoria sob o argumento de que era preciso um algo a mais na arrancada rumo às primeiras colocações.

Não deu certo. O comandante ficou menos de um mês em Campinas. Foram cinco partidas, três empates, duas derrotas e a zona de rebaixamento começou a preocupar. Chamusca foi embora e abriu caminho para uma negociação demorada com um velho conhecido: Gilson Kleina. Antes dele, outros profissionais foram procurados. A volta do professor demorou mais do que se esperava.

E valeu a pena esperar. Logo de cara, três vitórias consecutivas e a primeira missão de conquistar os pontos pra se manter na série B foi conquistada de maneira mais rápida do que se esperava.

A matemática dava margem pra ir atrás do antigo sonho do acesso. Kleina seguiu na rotina da invencibilidade, só um empate diante do Fortaleza; e mais quatro vitórias consecutivas.

A Macaca chegava ao último jogo do ano dependendo apenas das próprias forças para voltar à série A.

Era quase uma final: Avaí e Ponte se enfrentavam na Ressacada em Florianópolis na disputa por uma das vagas pra primeira divisão do Brasileiro. A chuva, o gramado pesado, a disposição do adversário, a falta de chutes a gol. Cada um pode colocar um fator como determinante. E o ano pontepretano, que teve dois meses de euforia pela meteórica campanha de Gilson Kleina, terminava com o time ainda na série B depois do empate sem gols com o Avaí, que tinha a vantagem da igualdade pra subir.

Restava a Macaca se contentar com mais um ano na série B. Mas, como o próprio presidente disse, em um ano de enormes turbulências, o saldo acabou sendo positivo.

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