A Ponte Preta entra em campo para enfrentar o Operário neste final de semana, no Moisés Lucarelli, em jogo válido pela 10ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

O técnico João Brigatti completará no sábado 50 jogos no comando técnico da Macaca. Seu primeiro compromisso foi na vitória contra o Ituano por 1 a 0 no Paulistão de 2017. O jogo ocorreu no dia 5 de março e terminou com gol de Lucca.

O único jogo que Brigatti assinou a súmula como técnico, mas não ficou no banco de reservas foi na partida contra o Vila Nova na Copa do Brasil deste ano. Na ocasião Brigatti comandou o time das tribunas e Fábio Moreno ficou no banco de reservas.

O retrospecto do ex-goleiro é de 22 vitórias, 15 empates e 12 derrotas em 49 jogos. Foram 68 gols marcados e 44 sofridos.

REENCONTRO COM ROGER

O duelo de sábado também reserva um reencontro com Roger. Artilheiro da Macaca no século, o atleta estava no elenco até o Campeonato Paulista e deixou o clube após um acordo com a diretoria.

Será a sétima vez que Roger vai enfrentar a Macaca na carreira. Ele marcou um gol em 2015 quando defendia a Chapecoense na Sul-Americana.

Em entrevista coletiva, Roger admitiu que planejava encerrar a carreira na Macaca e não esperava voltar a enfrentar o time campineiro novamente.

“É sempre especial voltar ao Majestoso porque é minha casa e onde dei meus primeiros passos como atleta. Sempre pretendi terminar minha carreira ali, mas isso não foi possível e isso faz parte da vida do jogador. Mas é muito especial voltar mesmo não tendo isso em mente na ideia de atleta”, explicou.

No ano passado foram 13 gols em 32 jogos pela Série B. Já neste ano Roger marcou seis gols em 15 jogos e ocupava a artilharia antes de sair. No Operário são quatro jogos e um gol marcado – justamente na última rodada.

“Eu volto confiante após o gol feito no sábado e estou motivado. Sabemos que uma vitória contra a Ponte nos coloca como vice-líder, terceiro ou entrar no G4. É um jogo duro porque a Ponte é uma das candidatas ao acesso pelo nível dos atletas contratados e pela base que ficou. Vai ser difícil”, concluiu.

Foto de Álvaro Júnior/Pontepress