Presidente do Guarani sai em defesa de Ferreira e continua otimista com o caso Bruno Silva

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(Foto: Letícia Martins/Guarani FC)

O presidente do Guarani, Palmeron Mendes Filho, concedeu entrevista exclusiva ao repórter Marcos Luiz, da Rádio Bandeirantes, e abordou três assuntos polêmicos que tomaram conta do noticiário do Bugre nos últimos dias: as questões jurídicas envolvendo o zagueiro Bruno Silva, as pichações feitas em seu escritório e a confusão envolvendo o zagueiro Ferreira.

ESPEL ELEVADORES

Com relação a Bruno Silva, Palmeron garante que “juridicamente o jogador está em condições de jogo”, mas a divulgação do fato (a liminar concedida que diz que o jogador pertence ao Vasco) fez a diretoria alviverde agir com precaução e não colocar o atleta em campo. “O corpo jurídico do Bruno Silva entrou com reconsideração para a desembargadora neste agravo de petição e eles também ingressaram com um mandato de segurança e eles aguardam uma decisão para hoje à tarde. Em caso positivo, a CBF sequer teria comunicado da decisão da desembargadora, no agravo de petição, e o Bruno aí sim teria totais condições de jogo”. Palmeron frisou que o Guarani tem o respaldo jurídico para contar com Bruno Silva, mas aguarda o pronunciamento jurídico antes de realmente colocá-lo em campo.

Com relação às pichações agressivas e ameaçadoras que apareceram em toda a fachada do escritório particular do presidente, ele afirmou que um dos autores já foi identificado. O rapaz é menor de idade tem vínculo com uma das organizadas do clube. Palmeron afirmou ainda que os pais serão responsabilizados e o dano material será reparado por eles. “A partir do momento que os pais souberem da implicação do ato do filho deles, este menino também deve passar outros autores e nós esperamos que pelo menos um seja maior para que também possa ser responsabilizado criminalmente”.

Com relação ao zagueiro Ferreira, que se envolveu em uma confusão que quase acabou em violência na entrada do Brinco de Ouro no final da tarde da última terça (16/07), o presidente não condenou o jogador, mas disse que a ação foi negativa e que o assunto será tratado internamente. “Ferreira estava no local de trabalho dele, vinha de um treino muito desgastante e ele foi abordado por um cidadão que sequer bugrino é. É o Juninho Retrô, que falsifica camisas do Guarani Futebol Clube, que sabidamente torce para o São Paulo (…) e provocou aquela situação. O Ferreira errou, ele não deveria em momento nenhum ter discutido com o torcedor, ter respondido para o torcedor, principalmente um sujeito que sequer bugrino é”.

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