Por terceirização, Guarani abre caminho para novos parceiros e BN Zini perde espaço

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O Guarani ainda pensa na terceirização do futebol para fortalecer o clube ainda nesta temporada. Com todo este processo, a diretoria abriu caminho para a chegada de novos parceiros, como Lucas Andrino e Elenko Sports, gerando uma consequente perda de espaços de antigos empresários como Nenê Zini.

ESPEL ELEVADORES

A agência BN Zini representou pelo menos 20 contratações na temporada de 2017. Do elenco da temporada passada, alguns jogadores com forte ligação com o empresário atuaram na equipe principal, como  o goleiro Vagner, os laterais Dênis Neves, Kevin e Salomão, os zagueiros Philipe Maia e Willian Rocha, os volantes Betinho, Denner e Pablo, o meia Bruno Nazário, além dos atacantes Paulinho, Rafael Silva, Caíque, Elias e Matheus Serafim.

Parte dos jogadores ainda permanecem no elenco principal e nas categorias de base, mas as contratações do presidente Palmeron para a Série B partem de estratégias diferentes como empresários de outros grupos ou então da parceria com grandes equipes, como no caso do Santos, que cedeu Matheus Oliveira e Rafael Longuine por empréstimo até o final do ano.

A diretoria tinha expectativa de iniciar o Campeonato Brasileiro com o departamento de futebol atuando em cogestão, mas trâmites burocráticos impediram o acerto com agilidade. Novas reuniões com os sócios serão convocadas para debater os moldes da terceirização, que deve ter duração de 3 a 6 anos.

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