Ponte repete estratégia do Flamengo e cria blindagem para Brigatti

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Foto: PontePress

por júlio nascimento

CAFÉ MORAES

A Ponte Preta não vai efetivar João Brigatti neste momento. Pelo menos não vai anunciar publicamente. Mas isso não significa que ele não será o técnico da Macaca pelas próximas semanas. Ele será o comandante até segunda ordem da diretoria. Situação parecida com a vivida por Mauricio Barbieri no Flamengo há dois meses.

A Macaca quer evitar que se repita o que ocorreu com Felipe Moreira no início do ano passado. O treinador foi efetivado depois da saída de Eduardo Baptista e acabou sendo demitido pouco mais de dois meses depois. O departamento de futebol não quer o mesmo destino para Brigatti, ou seja, que ele seja condenado por maus resultados e, consequentemente, seja demitido da função num futuro próximo.

Independente do resultado dele em campo, o clube quer mantê-lo como parte da comissão técnica permanente, função para a qual ele foi originalmente contratado. Efetivar publicamente e, porventura demitir na sequência, seria muito ruim para o clube e para o profissional, entende a diretoria.

Os dirigentes já conversaram com Brigatti sobre esta situação e deram liberdade a ele para agir dentro de campo. A prioridade do presidente Abdalla segue no mercado da bola. A direção reconhece que o elenco carece de ao menos três reforços para sonhar mais alto na Série B.

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