Com exceção do goleiro Pedro Rocha e do meia Elvis, o elenco da Ponte Preta ainda mantém uma disputa interna por vaga no time titular de João Brigatti.

O treinador da Macaca não descartou mudanças na escalação após um “início complicado” no Paulistão.

Foram três partidas com dois empates e uma derrota. Mas, além de não vencer, a Ponte ainda não convenceu dentro de campo.

A escolha do 4-2-3-1 não convenceu o técnico pontepretano por conta da recomposição com Dodô e Renato. A ideia agora é buscar uma formação que Renato e Jeh fiquem mais próximo e o meio-campo mais protegido.

“Fomos desorganizados, sem recomposição, mas os atletas tiveram vontade. Optamos pelo 4-2-3-1, mas os extremos ficaram abertos demais. Tem que ter compactação e recomposição. O Dodô e o Renato, principalmente quando a bola estava do outro lado, tinham de fazer a recomposição por dentro, e eles não fechavam”, analisou.

No sistema defensivo existe a possibilidade da entrada do boliviano Luís Haquin para ajudar na bola aérea. A zaga ainda está exposta e o goleiro Pedro Rocha vem sendo exigido – como aconteceu nas derrotas para o Santos e no empate contra a Inter de Limeira.

“Precisamos de calma, de tranquilidade e de cabeça fria para passar confiança ao elenco. Sabemos que a cobrança aqui é grande, mas não tem outra saída. São jogos em cima de jogos, pouca recuperação e temos um elenco ainda reduzido de opções. Peço que a torcida tenha paciência e nos ajude a sair dessa situação complicada”, completou Brigatti.

O próximo compromisso da Macaca será contra a Portuguesa, fora de casa, na quarta-feira. Depois a equipe enfrenta o São Bernardo, em casa, no domingo.

Foto de Marcos Ribolli / Pontepress

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