Ponte Preta alega interferência externa e estuda ir à CBF após jogo na Copa do Brasil

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Foto: PontePress

por júlio nascimento

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A eliminação da Ponte Preta na Copa do Brasil pode parar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O presidente do clube, José Armando Abdalla Júnior, estuda com demais dirigentes a possibilidade de pedir na CBF uma investigação sobre uma suposta interferência externa na alunação do gol de Hugo Cabral.

De acordo com relatos do zagueiro Reginaldo no microfone da Rádio Bandeirantes de Campinas, o delegado Adalberto Grecco se dirigiu até o quarto árbitro para repassar a informação de que Hugo Cabral estava em posição irregular após a marcação do gol. A participação de terceiros não é permitida por regra em competições da CBF.

“Eu vi o delegado da partida falando com o árbitro e eu disse para ele que a consciência vai pesar na hora de dormir. Ele sabe o que aconteceu. Eu vi com meus olhos”, relatou Reginaldo ao repórter Antônio Luppi na saída do gramado do Estádio Anníbal Toledo.

O ofício enviado à CBF será analisado pelo presidente da Comissão de Arbitragem da entidade, coronel Marcos Marinho, que vai decidir se houve qualquer tipo de interferência na decisão do árbitro cearense Léo Holanda.

Em situações semelhantes como o Fla-Flu de 2016 e a final do Campeonato Paulista de 2018 entre Palmeiras e Corinthians, a CBF entendeu que não havia provas suficientes para configurar interferência externa. Nas imagens da partida contra a Aparecidense, o delegado é visto na aglomeração com o árbitro e os auxiliares.

Após o gol marcado por Hugo Cabral foram aproximadamente 15 minutos de discussão até a decisão final de anular o tento e sacramentar a vitória aos goianos. Com o resultado, a Ponte Preta se despede da primeira fase da Copa do Brasil.

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