Gilson Kleina está próximo de alcançar uma marca histórica na Ponte Preta.

A partida contra o Remo na última rodada da Série B foi sua 198ª no banco de reservas comandando a Macaca. Se estiver na beira do gramado diante de Vitória e Goiás, Kleina alcançará 200 jogos – o que não acontece há 40 anos no clube.

Mas a tarefa não é tão simples quanto parece. Na penúltima colocação da Série B, o calvário dos pontepretanos parece sem fim e a fase faz o futuro de Kleina ficar por um fio.

Com apenas uma vitória em 12 jogos na competição, a diretoria pontepretana iniciou uma revisão sobre o trabalho de Kleina e o futuro está sendo analisado pelos homens do futebol.

Mesmo na contratação de Kleina, avalizada após uma série de rejeições de outros nomes, não existia unanimidade na diretoria executiva.

São três pontos de discussão sobre o trabalho do treinador: trabalhos recentes de Kleina, aproveitamento em casa e dificuldade em encontrar uma filosofia tática para o atual plantel.

A instabilidade de Kleina ficou ainda mais contundente com a presença de profissionais que agradam aos dirigentes no mercado como os casos de Thiago Carpini e Pintado, desligado do Goiás.

O próximo compromisso da Macaca é nesta terça-feira, diante do Vitória, no Barradão, em confronto direto de equipes que estão na zona de rebaixamento.

Foto de Diego Almeida/Pontepress

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