O apoio político buscado por Ricardo Moisés para eleições no Guarani

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Foto: David Oliveira/Guarani FC

O Guarani vai definir no dia 15 de março, véspera do dérbi 196, o novo Conselho de Administração. O Bugre até o momento tem duas chapas confirmadas na disputa pelo pleito que vai garantir um nome para ocupar a cadeira presidencial, além dos vices.

O presidente Ricardo Moisés, que assumiu o Guarani após a renúncia de Palmeron Mendes Filho, lidera a Chapa + Futebol em busca da reeleição para ficar no poder do clube até 2022.

Ricardo Moisés terá a oposição da Chapa HSG, apoiada pelo ex-dirigente Horley Senna, que tem Leonardo Nucci, de 42 anos, como candidato à presidência.

Existe a possibilidade de uma terceira chapa ser oficializada. Trata-se da Renova Guarani. O grupo que teve grande êxito nas eleições para o Conselho Deliberativo é um dos alvos de Ricardo Moisés para o pleito eleitoral.

Segundo apurou a reportagem, o atual presidente bugrino ofereceu cargos na vice-presidência para membros do Renova como forma de sair fortalecido na disputa com a Chapa HSG.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas no início do mês, o presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Galli, falou sobre a disputa eleitoral no Brinco de Ouro.

“A Comissão Eleitoral vai analisar cada chapa para saber se está dentro das regras solicitadas. Temos em torno de 700 a 800 sócios e, provavelmente, serão duas chapas concorrendo. Talvez uma terceira. Tudo depende da movimentação dos grupos”, explicou.

Galil reiterou que todas regras serão tratadas com rigor antes das eleições. “Cada chapa deve conter sete inscritos com cinco sócios há mais de cinco anos de clube e dois pelo menos com dois anos de associado. As chapas precisam contar com 80 sócios e depois a Comissão Eleitoral vai analisar se todos estão aptos”, explicou.

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