Guarani: ex-auxiliar aciona clube na Justiça por falta de pagamentos
Lucas Andrade cobra R$ 58,8 mil em ação trabalhista e pede que os valores não sejam incluídos na Recuperação Judicial do Bugre
O que você precisa saber
- Lucas Andrade, ex-auxiliar técnico de Élio Sizenando, entrou com uma ação trabalhista contra o Guarani.
- O processo, distribuído na 4ª Vara do Trabalho de Campinas, tem valor de R$ 58.886,66.
- O profissional cobra salários de agosto, verbas rescisórias, multas, FGTS e indenização pela quebra antecipada do contrato.
- A defesa pede que os créditos não sejam incluídos na Recuperação Judicial do clube, por entender que a dívida foi contraída depois do pedido de RJ.
- Atualmente no Capivariano, Lucas trabalhou no Guarani entre março e agosto, com salário mensal de R$ 10 mil.
- É a mesma solicitação apresentada pelo ex-técnico Élio Sizenando e pelo auxiliar Henrique Lima, que também acionaram o Bugre.
Lucas Andrade cobra R$ 58,8 mil
O Guarani é alvo de mais uma ação trabalhista por falta de pagamentos. Desta vez, o autor é Lucas Andrade, ex-auxiliar técnico de Élio Sizenando. O profissional cobra R$ 58.886,66 do clube em processo distribuído na 4ª Vara do Trabalho de Campinas.
A ação inclui R$ 8 mil referentes aos dias trabalhados em agosto, R$ 5 mil de 13º salário proporcional e R$ 6,5 mil de férias proporcionais acrescidas do terço constitucional. Lucas também pede R$ 10 mil pela multa prevista no artigo 477 da CLT, R$ 22.666,66 de indenização pela quebra antecipada do contrato, com base no artigo 479, além de R$ 4,8 mil de FGTS e R$ 1.920 de multa de 40% sobre o fundo.
O contrato do auxiliar tinha validade até 31 de outubro, mas ele deixou o clube em agosto, quando trabalhava na comissão técnica de Sizenando.
Defesa pede que dívida fique fora da Recuperação Judicial
Além da cobrança, a defesa de Lucas Andrade pede que os créditos discutidos no processo não sejam incluídos na Recuperação Judicial do Guarani. O advogado Wallace Félix Cabral Silva sustenta que os valores são posteriores ao pedido de RJ e, por isso, não devem entrar no parcelamento das dívidas abrangidas pelo processo.
O pedido segue a mesma linha das ações movidas pelo ex-treinador Élio Sizenando e pelo também ex-auxiliar Henrique Lima. Os três profissionais são representados pelo mesmo advogado.
Passagem pelo Guarani
Atualmente no Capivariano, Lucas Andrade trabalhou no Guarani entre março e agosto, com salário mensal de R$ 10 mil.
Ao lado de Élio Sizenando, participou de 18 das 19 rodadas disputadas pelo Bugre na Série C do Campeonato Brasileiro. Nesse período, a equipe somou sete vitórias, seis empates e cinco derrotas, com aproveitamento de 50%.
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