Ponte Preta: “2026 é o ano da maior vergonha de 126 anos de história do clube”, analisa Tigrão

Ponte Preta: “2026 é o ano da maior vergonha de 126 anos de história do clube”, analisa Tigrão

Por Valdemir Gomes

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Quanto ao jogo, o placar foi indiscutível. Poderia até ter sido mais. O Cuiabá teve um pênalti que não foi marcado, em lance envolvendo Gustavo Teles, e poderia ter feito 3 a 0.

A Ponte chegou à décima derrota por 2 a 0. Foi mais uma derrota protocolar. Toma um gol, não reage, não ameaça, não demonstra poder de reação. Depois, o adversário faz mais um e fecha o placar. Foi mais um resultado comum dentro dessa melancólica campanha da Ponte.

Mas nem vou me alongar na análise do jogo. Prefiro fazer uma avaliação rápida do ano futebolístico e administrativo da Associação Atlética Ponte Preta.

Quem planta incompetência, quem planta irresponsabilidade, quem planta rancor, quem planta espírito de vingança, quem planta desconhecimento de causa e quem planta promessas não cumpridas colhe, no balanço final, dois rebaixamentos vexatórios para a torcida da Ponte Preta em 2026.

Quem planta tudo isso colhe o que colheu. E não foi por falta de aviso.

O balanço do ano mostra uma vergonha. A maior dos 126 anos de um dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro.

A que ponto chegamos? Onde os senhores da diretoria executiva da Ponte conseguiram chegar?

Que proeza.

Quantos recordes negativos.

Parabéns. Os senhores estão na história. Os senhores são recordistas de vexame.

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