Juíza não confirma interrupção do aporte da Magnum: ‘Continua normalmente’; Palmeron e Graziano garantem corte

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por júlio nascimento

A juíza Ana Cláudia Torres Viana não confirmou a informação do presidente do Guarani, Palmeron Mendes Filho, sobre o corte do aporte de R$ 350 mil da Magnum por dez meses. O empresário Roberto Graziano, assim como o dirigente bugrino, insistiu sobre a interrupção da verba.

Em contato com a reportagem do Portal CB, via assessoria de imprensa, a juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região afirmou que a prestação de contas, iniciada em 2015, segue normalmente.

“Essa informação não é confirmada”, relatou. “Os valores adiantados ao clube serão alvo de prestação de contas e deliberação pela Justiça do Trabalho. O processo segue seu curso normal e os créditos trabalhistas estão sendo pagos”, concluiu.

Na versão do presidente Palmeron, em entrevista recente à Rádio Bandeirantes, o Guarani teria o corte da verba da empresa de Roberto Graziano por 10 meses devido a antecipação da verba durante a campanha da Série C do Campeonato Brasileiro.

O empresário Roberto Graziano, dono da Magnum, esteve em contato com a reportagem e reiterou a interrupção dos R$ 350 mil mensais. Graziano garantiu que o acordo já era previsto desde a gestão de Horley Senna e deveria ter sido feito no ano passado, mas foi adiado para não atrapalhar na campanha da equipe na Série B.

E O BRINCO?
O TST divulgou no último dia 27 de junho uma carta de alienação do Estádio Brinco de Ouro ao Grupo Magnum. O recurso da Maxion foi rejeitado e Roberto Graziano tomará posse do local assim que construir uma Arena, um novo CT, um clube social e quitar as dívidas trabalhistas para o Guarani.

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