Imbróglio entre Bruno Silva e Vasco completa 17 dias; zagueiro ainda não estreou no Guarani

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Foto: Letícia Martins/Guarani FC

O imbróglio envolvendo o zagueiro Bruno Silva com o Vasco da Gama completa 17 dias nesta segunda-feira e ainda segue sem previsão de ser resolvido. O jogador não participou das atividades desta segunda-feira com o restante do plantel.

O atleta nem sequer estreou com a camisa do Guarani e não ficará à disposição para o confronto diante do Cuiabá nesta terça-feira, no Brinco de Ouro, pela 11ª rodada da Série B.

Tudo começou com a decisão da desembargadora Gláucia Zuccari, do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, no dia 5, de suspender a decisão que permitia uma rescisão contratual de Bruno Silva com o Vasco da Gama.

Sendo assim, mesmo com o nome do zagueiro no BID pelo Guarani, uma nova negociação teria que ser feita pelos advogados do jogador com o clube carioca. Ou uma rescisão contratual (já que ele tem vínculo até dezembro) ou um empréstimo ao Bugre.

O relacionamento do jogador com está desgastado com seu ex-clube. Em pouco mais de um ano, Bruno Silva recebeu 435,71% de aumento salarial, de acordo com a ação trabalhista, renovou contrato duas vezes, teve uma lesão grave, entrou em campo 15 vezes, passou a treinar separado e entrou na Justiça para deixar o Vasco de graça.

“Foi uma decisão em agravo de petição de uma desembargadora cassando a liminar. A decisão ainda não chegou até a CBF, juridicamente ele está no BID do Guarani e teria condições de jogo. Como a decisão se tornou pública, o Guarani, por uma questão de precaução, achou melhor não escalar o jogador. O corpo jurídico do Bruno Silva ingressou com pedido de reconsideração e mandato de segurança e aguarda uma decisão. Em caso positivo, CBF sequer seria comunicada do agravo e o Bruno teria total condição de jogo”, explicou o presidente Palmeron Mendes Filho à Rádio Bandeirantes na última semana.

Enquanto isso, a defesa bugrina segue sendo formada por Luiz Gustavo e Ferreira.

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