Guarani e juíza ainda aguardam liberação de cota da Série B de 2017; caso depende do STJ

0

Sem o aporte financeiro mensal da Magnum até fevereiro – cerca de R$ 350 mil -, o Guarani tenta aproveitar toda fonte de renda para continuar com a folha salarial em dia. A diretoria optou por venda de jovens jogadores, fechamento do tobogã, ações de marketing com o novo uniforme e outras formas para economizar e arrecadar.

O Bugre ainda espera contar com parte da cota da Série B de 2017. O dinheiro da CBF, cerca de R$ 3 milhões, foi bloqueado por uma divergência entre a juíza Ana Claudia Torres Vianna com um juiz estadual. A informação foi confirmada pela própria magistrada em entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes.

“No ano passado houve um conflito de competência e o juiz estadual apreendeu a receita da CBF. Estamos trabalhando pela liberação desse dinheiro que vai ajudar a resolver praticamente todas pendências desde 2015”, explicou a dra. Ana Claudia.

A juíza e o Guarani aguardam a definição do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para saber o destino da verba. Inicialmente, em uma primeira liminar, o dinheiro será repassado para a dra. Ana Claudia Torres administrá-lo. “Sempre buscamos o equilíbrio. Toda receita que entra no processo eu tento dividir um pouco para o futebol e o um pouco para o passivo. Sei da necessidade do Guarani, mas acredito que com esse saldo consiga eliminar ao menos 50% das pendências”, explicou.

Assim que houver a liberação dos R$ 3 milhões, a magistrada irá se reunir com o presidente Palmeron Mendes Filho para discutir a divisão da verba.

Comente com seu Facebook