Futuro do departamento de futebol será discutido no Guarani

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Foto: Letícia Martins/Guarani FC

Diante da crise política e na última posição da Série B, o Guarani não descarta mudanças no departamento de futebol e analisa a situação de Marcus Vinicius Beck, um dos principais alvos de críticas dos torcedores e imprensa.

ESPEL ELEVADORES

Além do executivo, a situação de Fumagalli e Gabriel Remédio não são das mais seguras na atual situação do Bugre. Há quem defenda internamente a chegada de um profissional com mais experiência na área e influência no mercado para deixar o clube mais ativo nas transferências.

Sem uma definição pelo futuro do dirigente, o Guarani monitora a situação de diretores no mercado.

Um dos nomes observado é de Júlio Rondinelli, ex-Tubarão. O profissional deixou o time catarinense em junho após eliminação na fase de grupos da Série D do Campeonato Brasileiro.

Rondinelli tem 13 anos de carreira atuando nos bastidores do futebol. O início foi em 2006 no Osvaldo Cruz e tem passagens por outros dois clubes do interior de São Paulo: Atlético Sorocaba (2009 e 2010) e Penapolense (2010 e 2011).

O melhor momento da carreira de Rondinelli foi no futebol catarinense. Em 2012, ele participou da campanha do título estadual e ficou na Ressacada até 2014. Também dirigiu Figueirense e Criciúma antes de aceitar o projeto no Tubarão.

Recentemente, em entrevista à Rádio Bandeirantes, o presidente Palmeron Mendes Filho não descartou novas contratações na transição de turnos da Série B. O Bugre procura um dirigente com especialidade em contratar jogadores de pouca vitrine no mercado, mas que entreguem um resultado melhor dentro de campo.

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