A Ponte Preta entrou em período decisivo tanto dentro como fora dos gramados.

Enquanto os comandados de Gilson Kleina brigam para assegurar permanência na Série B de 2022, os bastidores são agitados pela proximidade das eleições no Moisés Lucarelli.

O pleito, agendado para o dia 20 de novembro, vai definir a composição da diretoria executiva para os próximos três anos.

O grupo ‘DNA Pontepretano’ anunciou que será encabeçado por Eduardo Lacerda, candidato a presidente confirmado até o momento. Ele vai concorrer com a chapa Movimento Renascer Pontepretano (MRP), apoiada pelo atual presidente Sebastião Arcanjo.

Para formar uma chapa, cada grupo precisa ter 225 assinaturas – 150 conselheiros titulares e 75 suplentes.

Após um longo período de silêncio, o presidente do Conselho Deliberativo, Tagino Alves dos Santos, concedeu entrevista para atualizar o atual quadro político do clube.

Veja os principais assuntos:

EXCLUSÃO DE CONSELHEIROS
“O estatuto social da Ponte e o regimento interno preveem penalidades em caso de infração ao nosso estatuto. Temos as obrigações financeiras do conselheiro e do associado, e também estão previstas penalidades para quem não cumpri-las. Aqueles conselheiros que não cumprem suas obrigações estão sujeitos a este tipo de situação”

JUDICIALIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES
“As eleições ocorreram regularmente dentro dos critérios do estatuto. Cada chapa terá a oportunidade de acompanhar todo processo eleitoral. Os conselheiros terão acessos detalhados ao processo eleitoral. Não acredito que nenhuma chapa vai optar por judicializar a eleição”

ÚLTIMA REUNIÃO
“Não concordo com o que aconteceu na última reunião do Conselho. Inclusive adotei medidas de segurança para evitar novos episódios como estes. Medidas serão adotadas para apurar tudo o que aconteceu e não concordamos com isso”

ELEIÇÃO NO MÊS QUE VEM
“Ainda não há nenhum requerimento de chapas porque há um prazo até o dia 30 de outubro. Ainda não é possível dizer se serão apenas duas ou mais chapas. A lista foi publicada em setembro com pessoas liberadas para participar do processo eleitoral. Os conselheiros precisam estar com tudo regularizado na data do edital e essa listagem puxou essa situação de cada um no período previsto pelo estatuto”

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