Elenco do Guarani tenta se blindar de caos político do clube

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por júlio nascimento

ESPEL ELEVADORES

A luta dentro de campo por uma vaga no G4 da Série B já exige bastante do elenco do Guarani. É isso que dizem os jogadores quando questionados sobre os problemas de bastidores na diretoria. O mais recente deles foi a ameaça de renúncia do presidente Palmeron Mendes Filho após o cancelamento da Assembleia de Sócios da próxima segunda-feira.

O mandatário bugrino era contrário ao cancelamento da reunião que decidiria pelo futuro do Departamento de Futebol, mas os conselheiros votaram pela não realização da Assembléia. Palmeron chegou a cogitar a entrega do cargo no Conselho de Administração, mas o ato não se concretizou e ele voltou atrás.

Enquanto isso, a principal preocupação da comissão técnica é o Fortaleza. O Guarani ocupa a sexta colocação da Série B do Campeonato Brasileiro, com 29 pontos, e pode voltar ao G4 em caso de vitória contra o líder da competição.

O técnico Umberto Louzer não está sozinho na tentativa de blindar o vestiário no caos político do Brinco de Ouro. A participação do diretor Fumagalli tem sido crucial para isolar os problemas. A principal preocupação é que o elenco é jovem – dos titulares apenas Oliveira tem mais de 30 anos -, mas os capitães têm assumido o papel de cercar o grupo.

O pedido dos conselheiros para adiar a Assembleia dos Sócios tem dois motivos: estudar mais as propostas de Magnum/ASA e Nenê Zini/Elenko/Traffic, além de evitar um racha dentro do grupo às vésperas do Dérbi 192 e com o Guarani ainda na briga pelo acesso na Série B.

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