Efeito Gustavo Bueno: aproveitamento da Ponte cresce após chegada de dirigente

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Foto:PontePress/LuizGuilhermeMartins

A parada para Copa América será de tranquilidade no Moisés Lucarelli. Apesar dos problemas financeiros conhecidos publicamente, a Ponte Preta retomou a confiança dentro de campo e está na quarta colocação da Série B com 15 pontos.

ESPEL ELEVADORES

O elenco garante que está blindado e unido para continuar lutando pelo acesso no Majestoso. E muito disso tem ligação com a volta de Gustavo Bueno ao departamento de futebol.

Desde que chegou, o executivo teve que lidar com rescisões contratuais, problemas de indisciplina, falta de dinheiro para investimentos e reformulação no elenco com a Série B em andamento. Mas o resultado tem sido positivo.

A Macaca conseguiu contratações positivas como do atacante Roger e do meia Marquinhos – destaques dos últimos jogos.

Mas e os números?

Com Marcelo Barbarotti no comando do departamento de futebol, a Ponte Preta disputou 17 jogos e obteve 52% de aproveitamento. Foram sete vitórias, seis empates e quatro derrotas. 19 gols marcados e 12 sofridos. Eliminação na primeira fase do Paulistão e da Copa do Brasil.

O primeiro jogo na ‘era Gustavo Bueno’ também não foi positivo. Empate sem gols contra o Red Bull e vice-campeonato no Troféu do Interior. Com o executivo são nove jogos com quatro vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. 59% de aproveitamento com 12 gols marcados e sete sofridos.

Outro ponto positivo é o relacionamento dentro do vestiário. Gustavo Bueno goza de prestígio com os três principais líderes do elenco: Roger, Renan Fonseca e Gérson Magrão.

Na paralisação da Copa América, o principal objetivo do executivo será a manutenção de peças importantes no elenco. O goleiro Ivan e o lateral-esquerdo Abner têm sondagens do futebol europeu. Edson foi consultado recentemente pelo Ceará, mas não chegou a receber proposta.

Tiago Real, Giovanni Palmieri e Thalles seguem encostados e ainda buscam um novo clube.

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