Diminuição de investimento da Topper faz Guarani pensar em alternativas para fornecedora de material

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Foto: Divulgação/Guarani FC

A diminuição de investimento da Topper no futebol brasileiro tem feito muitos times do Brasil iniciarem a busca por novos parceiros para fornecimento de material esportivo.

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No Guarani desde 2017, a empresa não tem conseguido cumprir todas as metas estabelecidas e pode deixar o futebol campineiro definitivamente nos próximos meses – a Ponte Preta também busca novo parceiro para alinhar sua confecção de material.

De acordo com informações do colunista Marcos Ortiz, do portal Planeta Guarani, a diretoria do Bugre trabalha para buscar alternativas e novos parceiros. Três empresas já estão na lista de possibilidades.

Kappa, Diadora e Macron seriam empresas interessadas em trabalhar com o Guarani nas próximas temporadas. Esta última tem crescido após bom trabalho de fornecimento para o Sporting de Portugal.

A estratégia de confecção própria não está descartada e vem sendo adotada por diversos clubes desde que o Paysandu decidiu, em 2016, criar a própria marca, batizada de Lobo. De lá para cá, clubes como América-MG, Bahia, Coritiba, Fortaleza, Goiás e Santa Cruz, entre outros, já abraçaram a mesma ideia.

Os que tomarão essa decisão também eram aliados a Topper: Goiás e Paraná. Ambos encerraram a parceria e optaram pela marca própria e os novos uniformes. No ano passado, o Náutico tinha trilhado o mesmo caminho.

Com as saídas destes clubes, a Topper perdeu metade dos clubes com os quais tinha parceria no final do ano passado. Além de Goiás, Náutico e Paraná, que optaram pelas marcas próprias, a marca também perdeu os contratos com Vitória (Kappa), Botafogo (Kappa) e Atlético Mineiro (Le Coq Sportif).

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