Dificuldade financeira atrapalha planejamento do Guarani para 2020

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Foto: Marcos Luiz

O Guarani esperava mais agilidade na montagem do elenco para a disputa do Campeonato Paulista na próxima temporada, mas enfrenta dificuldades para iniciar o objetivo. O clube ainda não anunciou nenhum reforço após duas semanas de pós-temporada.

ESPEL ELEVADORES

O presidente Ricardo Moisés antecipou ainda na reta final a renovação contratual com o técnico Thiago Carpini e a escolha de Michel Alves, ex-Cuiabá, como superintendente. A definição do departamento de futebol, entretanto, não facilitou na busca por reforços.

O problema tem sido os empecilhos financeiros. O Bugre não tem conseguido cobrir ofertas de outras equipes e também não atende os pedidos de reajuste dos atuais integrantes do elenco. O lateral Lenon pediu um aumento de R$ 10 mil, mas não entrou em acordo e deve reforçar o Cuiabá.

Recentemente, após sondagem do Guarani por Léo Ceará, o empresário do atacante disse que o time campineiro não teria condições de bancar a contratação. “O Guarani teria condições de pagar R$ 100 mil de salários? Acredito que não”, explicou.

Ao mesmo tempo que busca reforços, a diretoria trabalha para conseguir pagar as parcelas do 13º salário aos funcionários. O presidente bugrino está negociando patrocínios para o uniforme da próxima temporada e novos parceiros.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes no início do mês, Ricardo Moises disse que pretende trabalhar com uma folha salarial de R$ 800 mil em 2020. “Nós vamos trabalhar com essa folha e vamos montar uma equipe competitiva. Estamos também priorizando contratos longos para toda temporada”, explicou.

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