Crescimento dos concorrentes faz Roberto Graziano ajustar proposta por cogestão no Guarani

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por marcos luiz e júlio nascimento

O processo de cogestão de futebol do Guarani caminha a passos lentos. A parceria com empresários, que era prometida para o início da Série B, ainda está indefinida e dois grupos seguem concorrendo a escolha dos sócios do clube.

Conforme divulgado pelo jornalista Elias Aredes, do Jornal Todo Dia, no dia 1º de julho, a proposta do empresário Nenê Zini, com apoio da Elenko Sports e do Grupo Rima, agradou aos dirigentes.

O grupo ofereceu uma parceria que teria duração de três anos com arrecadação do departamento de futebol sendo dividida entre 70% para os gestores e 30% para o Guarani. Além disso, os integrantes do Conselho de Administração teriam participação na gestão com direito a poder de veto em contratações.

Com a proposta do grupo de Nenê Zini em vantagem, Roberto Graziano estuda realizar ajustes na oferta da Magnum. O empresário abdicou da ideia de 90% por 10% e vai oferecer uma divisão do lucro igualitária entre empresa e clube (50% para cada lado), além de adicionar a participação dos membros do Conselho de Administração nas escolhas de contratações e vendas.

A diretoria do Guarani espera definir a parceria até meados de agosto. Uma junta jurídica e o Conselho Deliberativo analisam ambas propostas antes de decidir qual será o futuro do departamento de futebol. Enquanto isso, o Bugre segue negociando a contratação de jogadores com o apoio irrestrito dos dois concorrentes.