Responsável pela preparação física dos jogadores do Guarani, Leonardo Fagundes concedeu entrevista à Rádio Bandeirantes para falar sobre o trabalho que tem desenvolvido na comissão técnica de Thiago Carpini e também o período de paralisação do futebol devido ao isolamento social pela pandemia do coronavírus.

“Nós já estamos em casa há duas semanas e enviamos aos atletas, individualmente orientações e planilha de treinos. Eu tenho confiança que os atletas voltarão bem porque entenderam nosso modelo de treinamento e sistematização. Isso facilita bem e temos atletas excepcionais que facilitam”, explicou à RB Campinas.

Fagundes também respondeu aos questionamentos envolvendo a preparação física do Guarani neste início de temporada e garantiu que o auxiliar Luís Fernando Goulart não interfere na aplicação das suas atividades.

“O Guarani ainda não tem 100% a cara e a metodologia do Léo Fagundes. A gente até pede em melhoras estruturais. É uma conversa diária que a gente tem com os nossos dirigentes. O Luís (Fernando Goulart) foi contratado pelo Guarani para ser auxiliar técnico. Eu estou à frente da preparação física, junto com o Fernando Maestri e com o Ricardo, da base, para poder nos ajudar com a tabulação de dados e com toda a organização diária ali do treino. O Luís, é claro, com sua experiência no futebol profissional ajuda e ele participa nas decisões que são tomadas. É um trabalho integrado com a comissão técnica, mas de minha responsabilidade”, reforçou.

O preparador também falou sobre a questão da alta quantidade de lesões sofridas pela equipe nas primeiras semanas de Campeonato Paulista – o Bugre é o líder de contusões musculares em 10 rodadas da competição.

“Conseguimos ajustar e conseguimos melhorar. Em relação ao modelo de jogo, Guarani é um time que propõe muito o jogo. Então, neste requisito, exige demais dos atletas, mas creio que isso não seja um fator determinante para se tenha lesão, não. É mais ou menos isso”, disse Fagundes.

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