Conheça o Operário, adversário inédito da Ponte na Série B

por júlio nascimento

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Foto: José Tramontin/divulgação

Três décadas separaram o Operário Ferroviário da Série B do Campeonato Brasileiro. No ano passado, após passar pelo Santa Cruz na Série C, o clube conquistou seu segundo acesso consecutivo no futebol brasileiro e voltou a figurar entre os 40 principais times do país.

ESPEL ELEVADORES

A última participação ocorreu em um formato totalmente diferente do atual. Em 1991, a Série C foi suspensa e o Operário conseguiu o direito de participar da Série B daquela temporada. O Fantasma, como é conhecido pela torcida, esteve no grupo de Londrina, Maringá, Bangu, Campo Grande, Ubiratan, Juventus e São José. Não teve êxito e ficou na 29ª colocação geral de 64 times participantes.

Depois de 28 anos, o Operário tem a oportunidade de escrever uma nova história na Série B e tem campanha regular até o momento. Uma vitória, um empate e uma derrota em três jogos. Já experimentou todas emoções. E segue experimentando o sabor de realizar duelos inéditos.

É o caso do confronto contra a Ponte Preta nesta sexta-feira, no Majestoso, pela quarta rodada.

Será o primeiro confronto entre os times e o torcedor da Macaca ainda vive a expectativa da primeira vitória na competição na atual temporada. Já o time paranaense faz uma temporada sem muito destaque.

São 15 jogos na temporada com cinco vitórias, sete empates e três derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 12. Ficou no meio do caminho no segundo turno do Paranaense e não começou empolgante na Série B.

O time-base de Gérson Gusmão é escalado no 4-2-3-1 com Simão; Danilo Baia, Alisson, Rodrigo e Peixoto; Chicão e Índio; Uilliam, Xuxa e Felipe Augusto; Bruno Batata.

É um time experiente com o meio-campo comandado por Xuxa, de 37 anos, ex-Ponte Preta e Mirassol. Rodrigo (32 anos), Danilo Báia (33), Peixoto (35), Chicão (33) e Bruno Batata (34) também compõe os titulares mais rodados.

De acordo com números do Footstats, o Operário é um dos times que menos finaliza e tem uma postura mais cautelosa de esperar pelo erro do adversário. O processo de transição não é veloz e o time tem conseguido pouco êxito em contra-ataques. Entretanto, a bola parada é sempre uma ameaça que merece atenção. Xuxa é o responsável pelas cobranças de falta e escanteio.

 

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