Com Chamusca no mercado, Guarani blinda trabalho de Umberto Louzer

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Créditos: Letícia Martins/Guarani Press

Minutos depois da demissão de Marcelo Chamusca no Ceará na noite de ontem, torcedores bugrinos iniciaram pedidos pela volta do comandante do acesso da Série C de 2016 e direcionaram criticas ao trabalho de Umberto Louzer.

Por outro lado, a blindagem ao profissional é feita pelo “trio de ferro do futebol”, formado pelo presidente Palmeron Mendes Filho, o superintendente, Luciano Dias, e pelo coordenador, Fumagalli. Especialmente os responsáveis pelo departamento de futebol são contrários a interromper trabalhos no meio do caminho e entendem que as oscilações podem acontecer em meio à formação do elenco.

Nesse cenário, a participação de torcedores, vice-presidentes e de conselheiros é nula. Mesmo após 45 dias do título e acesso na Série A2 do Campeonato Paulsita, parte da torcida questiona uma série de decisões da comissão técnica. Contudo, a falta de recursos para opções de peso no mercado – como Chamusca -, e o fato de o Guarani ainda tentar reforçar o elenco são argumentos iniciais de qualquer debate interno para minguar as críticas.

Não há, ainda, qualquer sinal de que Umberto Louzer deixou de ter a confiança e apoio dos jogadores. Pelo contrário. Apesar das críticas de parte da torcida, o técnico mantém as convicções e o combinado com atletas em treinamentos. O que houve foi a chegada recente de alguns reforços alterar um pouco a chamada meritocracia. Nomes como Erik e Bruno Mendes ficaram para trás para a entrada de Rafael Longuine e Anselmo Ramon. Tudo, porém, foi decisivo a partir de observações nos treinamentos.