Guarani e Ponte Preta seguem driblando dificuldades financeiras durante o período de paralisação do futebol brasileiro. Sem maior fluxo de dinheiro com a falta de maior arrecadação, os clubes têm buscado por parceiros e investidores para manter os salários em dia durante a pandemia.

A dupla campineira passou por readequação nas economias nas últimas semanas, mas ainda temem pelo futuro da saúde financeira.

Após quase dois meses sem futebol, o Conselho de Administração do Guarani optou pela redução de 25% nos vencimentos de atletas, comissão técnica e funcionários para evitar demissões e resguardar o emprego daqueles que ganham menos.

Já a Ponte Preta, que já havia anunciado um reajuste no mês passado, foi auxiliada pelo pagamento de parte das cotas para conseguir honrar os compromissos e também segue passando por adequações para auxiliar todo quadro de empregados.

Os dois clubes ganharam fôlego com o repasse de parte das parcelas de cotas da Série B e do Campeonato Paulista realizada pela CBF e FPF. Outra parte do valor será pago aos clubes quando o Paulistão recomeçar e a maior quantia após a finalização do torneio.

Reportagem de Júlio Nascimento | Foto de Álvaro Jr (Pontepress)

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