Cajá não descarta nova temporada em Campinas: “preferia ficar na Ponte”

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Foto: Álvaro Jr.- Ponte Press

Com a colaboração de Antonio Luppi

A quinta passagem de Renato Cajá pela Ponte Preta não terminou como a maioria dos alvinegros esperada. Uma das últimas contratações para a Série B, o atleta atuou em 13 partidas, marcou 2 gols mas não conseguiu ajudar o time a conquistar o acesso. Apesar disso, o atleta avalia de maneira positiva os meses passados no Majestoso: “Foi importante pra mim esta temporada aqui. Saio feliz, com as portas abertas, sem complicação, sem crise com ninguém. Isso foi importante também. Agora é aproveitar as férias. Poderíamos ter feito história, dar alegria pra torcida… mas, deixa pra próxima”.

Em entrevista ao repórter Antonio Luppi, Renato Cajá não descartou a possibilidade de voltar a vestir a camisa da Ponte: “pela gratidão ao Juventude, acredito que eles vão fazer jogo duro. Mas como eu já disse em algumas entrevistas, nunca tem como fechar a porta pra Ponte, é um clube que me projetou, clube que me deu vida no futebol e sempre deixou aberto para que as coisas possam dar continuidade, mas isso depende da Ponte Preta, não depende de mim. E depende do Juventude também para que possa ter alguma negociação, mas até agora não teve nada”.

Antes de ser emprestado para a Ponte, Renato Cajá renovou contrato com o Juventude até dezembro de 2020 e, se nada novo acontecer, retorna para Caxias do Sul para a disputa do Campeonato Gaúcho e a Série B do Brasileiro.

Aos 35 anos, Cajá ficou o primeiro semestre de 2019 sem clube. As últimas lesões e a idade avançada para o futebol diminuíram as oportunidades do meia. Mas o jogador foi fundamental na conquista do acesso à série B pelo Juventude e ressaltou a enorme gratidão pelo clube gaúcho em acreditar nele e oferecer boas condições para voltar a atuar em alto nível.

No entanto, Renato Cajá não esconde que, se dependesse dele, permaneceria em Campinas: “Eu preferia ficar na Ponte, pra mais um Paulista, na cidade que eu moro, minha família está adaptada. Preferia a Ponte… mas vamos esperar, as férias agora, ver o que pode acontecer.”

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