BATE PESADO: os conflitos entre Guarani e empresários

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por carlos henrique

O Guarani, a partir deste mês de junho, não terá mais o aporte financeiro de R$ 350 mil colocados mensalmente pela Magnum. Um investimento anterior, ainda dos tempos de Série C, estão sendo cobrados e o Guarani nos próximos 10 meses terá que se virar.

A impressão é que as opções financeiras são pequenas e o Guarani não vê uma saída rápida para resolver os problemas.

A cogestão, cooperação ou terceirização ainda são estudadas. O empresário Nenê Zini, com ajuda de outros empresários, segue tentando terceirizar o departamento de futebol do Guarani. Mas os conflitos me parecem existentes.

O Guarani quer conquistas.

O Guarani precisa voltar para Série A arrecadar mais.

Os empresários visam lucro.

Há muita necessidade de uma cuidadosa análise para que o Guarani não se arrependa no futuro. Eu não me lembro de nenhuma cogestão no futebol brasileiro que tenha dado certo.

Os interesses são sempre conflitantes.

Agora, existe um corpo jurídico muito capacitado para analisar os prós e os contras desta possível terceirização ou cogestão.

Que o Guarani tome muito cuidado.

O ideal seria arrumar patrocinadores e não depender dos empresários, mas parece que não é possível.

A situação é emergencial.

Repito: o Guarani precisa de todos os cuidados para que não se arrependa se a terceirização ou cogestão forem aprovadas pelos homens que decidem pelo futuro bugrino.

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