A negociação da CBF que pode beneficiar os cofres da dupla campineira na Série B

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Foto: Letícia Martins/Guarani FC

por júlio nascimento

ESPEL ELEVADORES

Representantes dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro se reuniram na última semana na sede da CBF, no Rio de Janeiro, para mais uma etapa do processo licitatório sobre a venda dos direitos internacionais de transmissão da próxima edição da competição. Mas a novidade também pode beneficiar os times da Série B e a dupla campineira no segundo semestre.

Embora a negociação seja exclusivamente sobre a primeira divisão, a segunda tende a ser beneficiada a partir da decisão do diretor executivo da CBF, Rogério Caboclo – na verdade, o presidente eleito da entidade, com mandato a partir de abril. Em nota, informou que a “CBF não terá participação financeira nas receitas provenientes dos contratos em questão e direcionará aos clubes da Série B do Campeonato Brasileiro, a cada ano, o percentual de 10% a que a entidade tem direito”.

Cada propriedade (direitos de tevê e placas) teve duas propostas aprovadas para seguir na disputa. Segundo o blog do jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, a maior seria do fundo de investimentos Prudente, com R$ 3 bilhões por dez anos – a outra teria valor semelhante, mas por um período menor. Cruzando esse dado com informações anteriores, como a divisão igualitária, dita em maio de 2018, e novas informações, como o repasse à segundona, vamos a uma projeção sobre a divisão desta nova receita para Guarani e Ponte Preta.

R$ 3 bilhões, o valor total do contrato (de 2019 a 2028)

R$ 300 milhões, o valor por edição do Brasileirão

90% para os 20 clubes da Série A (R$ 270 mi anuais, sendo R$ 13,5 milhões para cada time)

10% para os 20 clubes da Série B (R$ 30 mi anuais, sendo R$ 1,5 milhão para cada time – inclusive para Guarani e Ponte Preta)

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