Salário ‘baixo’ joga a favor da permanência de Umberto Louzer

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por júlio nascimento

NA TELA DA BAND

Umberto Louzer vai depender do parceiro escolhido para a gestão compartilhada do futebol do Guarani para ter sua permanência definida. A tendência é que a decisão aconteça na última semana deste mês. Mas há um ponto que joga muito a favor da continuidade do treinador: seu salário.

A reportagem apurou que Fernando Diniz, antecessor de Louzer no Brinco de Ouro, ganhava praticamente duas vezes mais. Umberto completou onze meses a frente do Guarani em sua primeira experiência como treinador em uma equipe principal.

Logo de cara, conquistou acesso e título na Série A2, vaga na Copa do Brasil de 2019 e permanência na Série B – objetivo inicial -, com nove rodadas de antecedência. Não manteve o grupo na briga pelo acesso no Campeonato Brasileiro, mas quebrou os principais recordes e igualou Vadão no número de vitórias (25) de 2009.

Os empresários Nenê Zini e Roberto Graziano, que lideram a disputa pela gestão compartilhada do futebol do clube, evitam declarações sobre o futuro comandante do clube. Apesar do contrato de Umberto ser até maio do ano que vem, a cúpula bugrina já direciona a discussão sobre quem será o comandante do clube no Paulistão 2019.

A avaliação de Umberto até aqui é boa, porém com ressalvas. E ele está longe de ser unânime. Mesmo aqueles que não são fãs do treinador reconhecem sua lealdade e construção de uma identidade, mas há muitos questionamentos pelo fato de o time não fazer questão de ser protagonista nas partidas e a insistência na escalação de jogadores criticados.

Enquanto não define seu futuro, Louzer comandará o Guarani nos jogos finais da Série B contra Paysandu, Brasil de Pelotas e Londrina.

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