Quantidade de jogadores de Zini diminui e evidencia distanciamento com diretoria do Bugre

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(Foto: Letícia Martins/Guarani FC)

por júlio nascimento

ESPEL ELEVADORES

A parceria entre o Grupo BN Zini e o Guarani continua ativa, mas em proporção menor. Sem avanços no processo de gestão compartilhada, em que Nenê Zini é um dos concorrentes, a quantidade de atletas agenciados pelo empresário no atual elenco diminuiu consideravelmente na última temporada.

Em relação ao plantel do ano passado já deixaram o Brinco de Ouro: o zagueiro Philipe Maia, os laterais Kevin e Marcílio, os volantes Mateus Silva e Denner, o meia Matheus Anjos e o atacante Gabriel Poveda (que está em negociação avançada com o Athletico).

Outros jogadores, agenciados por Elenko Sports e TFM (parceiros de Zini), também deixaram o clube. São os casos de Bruno Xavier, Rafael Longuine, Kaue e Felipe Rodrigues. Como contrapartida, Anselmo Ramon e Fabrício Bigode, que são ligados ao grupo, seguem no elenco.

O Conselho de Administração defende que a diminuição é mera coincidência e que o Guarani procura por jogadores de qualidade independente das agências. O Bugre tem apostado em contratos de empréstimos com times da primeira divisão ou negociar com jogadores que estão livres no mercado.

A bola da vez é o lateral-direito Léo Principe, do Corinthians, que negocia um contrato de empréstimo. O volante Warian, também do Corinthians, e Jeferson Lima, do Internacional, são opções em caso de fracasso da negociação com Auremir, que está deixando o futebol turco.

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