Palmeron confirma orçamento de R$ 950 mil por mês no Guarani em 2019

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Foto: Letícia Martins - Guarani Press

O presidente Palmeron Mendes filho confirmou que o Guarani terá um orçamento de R$ 950 mil por mês na temporada 2019. Isso significa um total de R$ 11,4 milhões no ano. O mandatário disse que durante o Estadual, o valor pode ser um pouco maior, mas posteriormente isto vai diminuir os gastos mensais durante a disputa da Série B. O assunto foi tratado durante entrevista à Rádio Bandeirantes Campinas na tarde desta quinta-feira (13/12).

ESPEL ELEVADORES

Palmeron disse que um clásula de confidencialidade o impede de confirmar o valor da cota oferecida ao Bugre para a disputa da Série A1 do Paulista. “Não haverá uma elevação de valor na série B, o Guarani conta com 6 milhões na série B, e não acreditamos numa majoração. Se vier, será muito bem-vinda (…) mas (o orçamento) não chega às cifras divulgadas na imprensa”, disse o mandatário desmentindo a informação de que o clube teria um total de 16 milhões de reais de orçamento, o que seria o maior desde 2010, quando o time disputou pela última vez a Série A do Brasileiro.

Além do orçamento, o presidente falou sobre contratações. Ele confirmou que o time tem 6 reforços praticamente certos, mas que uma cláusula o impede de oficializar o acordo, o que será feito apenas na volta das férias, no dia 27 de dezembro. A cláusula é a de que se uma proposta de clube da série A aparecer, o acordo com os alviverdes é automaticamente cancelado.

Palmeron confirmou que o atacante Calyson, que estava no Ceará, e o meia Lucas Crispim, ex-São Bento, são “bons nomes”, mas não revelou acerto.

Além disso, o presidente considerou “extremamente positiva” a reunião do conselho deliberativo que ocorreu na noite da última quarta-feira (13/12). Foi definido o ingresso do presidente Horley Senna como conselheiro vitalício. “Graças a Deus o Guarani teve uma administração que quebrou um ciclo. O Horley Senna fez por merecer. Não vou entrar no debate do estatuto social se é justo, se é legal. Por merecimento, o ex-presidente merecia isto e assim foi feito. É uma prova de reconhecimento da história dele no Guarani”. No encontro também ficou mantido o empresário Nenê Zini como conselheiro do clube. Palmeron não considera os fatos como uma derrota política.

 

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