Novo técnico: representantes de Guto Ferreira e Mazola Junior confirmam contato da Ponte Preta

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por júlio nascimento

NA TELA DA BAND

Após anunciar a não renovação do técnico Gilson Kleina, a Ponte Preta trabalha para anunciar um novo comandante ainda nesta semana. Há dois nomes estudados dentro da cúpula do clube: Guto Ferreira e Mazola Júnior. A segunda opção parece mais fácil de aceitar um convite na visão alvinegra.

A permanência na Série B causou uma verdadeira revolução no departamento de futebol do clube que terá que lidar com um orçamento restrito na próxima temporada. Essa mudança impulsionou a saída de Kleina que não confiou na montagem de um time competitivo para o Campeonato Paulista de 2019.

Ao pensar em substitutos, a diretoria da Ponte Preta não parece disposta a arriscar com técnicos diferentes. Ter alguém no comando que entenda o funcionamento do clube e trabalhe com pouco dinheiro é a prioridade. Por isso, Guto Ferreira e Mazola Junior são os nomes analisados no Majestoso.

Guto Ferreira é o nome principal na lista apesar do presidente Abdalla ter despistado em coletiva de imprensa na última terça-feira. O treinador sofreu uma desvalorização no mercado pelos últimos trabalhos em Bahia e Chapecoense. Em contato com a reportagem, o empresário confirmou um primeiro contato da Macaca, mas ainda não há uma definição. A principal discussão é sobre os vencimentos. Guto é considerado caro e terá que reduzir a pedida para voltar ao Majestoso.

Já o nome de Mazola Júnior ganhou força nos bastidores. O gerente Marcelo Barbarotti entrou em contato com o treinador na noite de terça-feira e discutiram ideias sobre futebol. O ex-comandante do Criciúma já trabalhou no Moisés Lucarelli em outra função na comissão técnica e sempre deixou claro que tem um sonho de treinar a Macaca por causa da família pontepretana.

Além do novo treinador, o presidente Abdalla busca também um novo homem forte do futebol para trabalhar ao lado de Marcelo Barbarotti na montagem do clube. O desejo inicial é ter alguém para assumir a cadeira de diretor de futebol em cargo não remunerado, mas não está descartada a possibilidade de criar um novo cargo executivo para um profissional remunerado.

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