Muda de novo! Chamusca confirma 4ª escalação diferente na Ponte

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Foto: Pontepress

O último treino da Ponte Preta antes da viagem para a capital goiana foi, mais uma vez, de mistério. A imprensa só foi autorizada a entrar no gramado do Majestoso quando o trabalho principal do treinador já havia terminado e só foi possível acompanhar os jogadores já descansando ou treinando cobranças de faltas e pênaltis.

NA TELA DA BAND

Na entrevista coletiva, Chamusca confirmou que vai segurar a escalação até momentos antes da partida diante do Goiás: “eu conheço o trabalho do Ney Franco, é meu contemporâneo de divisões de base, começamos juntos; é um treinador que trabalha muito em cima de formações dos adversários também. Segurar, nesse momento, as informações faz parte da estratégia do jogo, até pela necessidade que temos de vencer,” disse o treinador.

Ainda insatisfeito com as formações que colocou em campo nas 3 partidas que comandou a Macaca, Marcelo Chamusca confirmou que vai alterar os 3 setores do campo, mas a ideia é não alterar a estrutura do time. “Questões técnica, táticas e análise do adversário. Tudo isso está inserido nas mudanças.” A confirmação de mudança deixa claro que Chamusca vai utilizar a quarta formação titular diferente nos 4 jogos sob seu comando.

O treinador também falou sobre a situação de Hyuri, que recuperou totalmente de lesão no início da semana, mas ainda não voltará a ser titular. Depois que o jogador saiu do time, a Ponte só marcou um gol em 4 partidas. “O Hyuri ainda não está num nível de condicionamento para jogar os 90 minutos. Vamos dizer assim: você escala o jogador e uma substituição já está certa porque ele não vai conseguir jogar os 90 minutos. O Hyuri, pelo planejamento nosso, vai como opção para ser utilizado durante o jogo.”

O treinador comentou também que matematicamente a Ponte ainda pode buscar o acesso: “enquanto o campeonato estiver em aberto e existir chances matemáticas, não podemos desprezar. A gente já viu acontecer de tudo, principalmente na Série B.”

Chamusca também reconheceu que o fato de ainda não ter conseguido um resultado positivo o deixa incomodado. “Eu tenho quase que uma obsessão por vencer os jogos (…) Eu quero muito vencer na Ponte, aproveitar a oportunidade que o clube me deu e fazer com que a torcida volte a sorrir, a ter alegria.”

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