Kleina tem melhor início como técnico da Ponte; permanência do treinador é prioridade

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por júlio nascimento

NA TELA DA BAND

Cinco jogos com quatro vitórias e um empate diante do líder Fortaleza. O início da terceira passagem de Gilson Kleina no Majestoso é melhor do que o esperado. A campanha recente deixou a Ponte Preta ainda com esperanças de brigar pelo acesso na reta final da Série B do Campeonato Brasileiro.

Mas, independente do desfecho, Kleina recuperou o ambiente no Moisés Lucarelli em menos de um mês. Em todas entrevistas os jogadores fazem questão de mencionar a frase de Gilson que ditou a recuperação da Macaca: “uma nota de cem reais mesmo amassada não perde seu valor”.

O início de Kleina em 2018 é o melhor na Ponte Preta e na própria carreira. Em 2011, na primeira passagem por Campinas, o treinador começou mal com derrotas para Mirassol e Mogi Mirim e só na terceira partida venceu o São Paulo. Depois, em 2017, foram três vitórias seguidas contra São Bento, Palmeiras e Santos, mas tropeços na Copa Sul-Americana contra o Gimnasia y Esgrima.

Com 13 pontos em 15 jogos conquistados, Kleina atingiu a meta principal pela sua volta ao Moisés Lucarelli: livrar o time de qualquer possibilidade de rebaixamento. E como bônus ainda mantém a Macaca na briga pelo acesso. Por isso, a diretoria trata a permanência do treinador como prioridade para 2019.

Sem a presença de um diretor de futebol desde o afastamento mal explicado de Ronaldão – o presidente Abdalla tem dobrado na função -, a Ponte Preta quer um treinador experiente na participação da montagem do elenco para atuar ao lado do criticado Marcelo Barbarotti. Kleina é visto com o perfil ideal e conversas com a diretoria executiva devem ocorrer nas próximas semanas.

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