Gols de bola parada impulsionam campanha de Kleina na Ponte

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Danilo Barcelos cobra pênalti que definiu a vitória da Macaca sobre São Bento. Foto: Fábio Leoni – PontePress

O sufoco passado pelos ponteprtanos na vitória diante do Boa Esporte foi superado por um aspecto que tem feito a diferença no trabalho de Gilson Kleina: a bola parada. Dos 9 gols marcados desde a chegada do treinador, 5 tiveram origem na bola parada, ou seja, 55% dos gols. Pode até parecer pouco, mas se compararmos com o restante da Série B, é possível perceber que o fundamento fez a diferença na campanha do time nesta reta final da Série B.

NA TELA DA BAND

Antes do comando de Kleina, a Macaca fez 30 partidas na Série B e cinco gols saíram da bola parada. Reginaldo (dérbi), Léo Santos (Figueirense 0 x 2 Ponte), Hyuri (Paysandu 0 x 4 Ponte), Lucas Mineiro (Ponte 3 x 1 Criciúma) e Danilo Barcelos (Ponte 1 x 1 Vila Nova) balançaram as redes em cobranças de escanteio, rebotes de faltas e pênalti.

Nas últimas 6 partidas, a Macaca já atingiu a meta de 5 gols que tiveram origem na bola parada: André Luís (Ponte 1 x 0 CRB), Léo Santos (Ponte 2 x 1 Figueirense), Renan Fonseca e Danilo Barcelos (Ponte 2 x 1 São Bento) e Renan Fonseca (Ponte 1 x 0 Boa Esporte).

Nas duas últimas partidas o quesito foi ainda mais fundamental para que o time continue vivo na luta pelo acesso.

 

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